Assembleia e representantes do Executivo e do CRM se reunirão para discutir orçamento para a Saúde

Publicado em 01 dezembro 2016

 

Os deputados estaduais membros da Comissão Mista do Orçamento, Fiscalização Financeira, Tributação e Controle se reuniram nesta quarta-feira, 30, para deliberar sobre um requerimento do CRM (Conselho Regional de Medicina), que solicitou participação no próximo encontro da comissão, que terá ainda a presença de representantes das secretarias estaduais de Saúde e de Planejamento, para discutir sobre o orçamento para Saúde. A reunião será na próxima segunda-feira, 5, às 15h30, na sala de reuniões na Assembleia Legislativa de Roraima.

“Recebemos um documento do CRM pedindo para participar da reunião com a Comissão de Orçamento, quando iremos discutir o orçamento da Sesau (Secretararia Estadual de Saúde). Foi deliberado e aprovado e junto com os demais secretários vamos discutir a Saúde do Estado de Roraima”, anunciou o relator do Orçamento 2017, deputado Marcelo Cabral (PMDB). Além de representante do Conselho Regional de Medicina, participarão os secretários de Saúde, Cesar Penna, e de Planejamento, Alexandre Henklain.

O requerimento de convocação dos secretários estaduais para essa reunião é de autoria do deputado Soldado Sampaio (PCdoB). Na semana passada circulou nas redes sociais uma nota supostamente assinada por servidores da Saúde, em que demonstravam insatisfação quanto ao manejo do Orçamento pela pasta da saúde para o próximo ano, principalmente no que diz respeito ao pagamento dos servidores, uma vez que mais unidades de saúde devem ser inauguradas no Estado. Na nota os servidores deixavam claro que havia uma distorção relacionada aos valores a serem destinados à cooperativa dos médicos, que possivelmente receberá a maior fatia do Orçamento para a despesa com pessoal.

Conforme a nota, o orçamento previsto para saúde em 2017 é de R$ 504.054.533,00. Deste montante, R$ 129.482.420,00 é para as despesas com pessoal do quadro efetivo e comissionado. Esse valor é 44,17% menor que o aplicado em 2016. Enquanto que a cooperativa dos médicos teve aumento de 99,25%, se comparados os recursos aplicados em 2104 com o estimado para 2017.

Soldado Sampaio argumentou que diante destes números que expressam a redução de valores para os efetivos e aumento para cooperativa, a solução seria convocar os secretários de Saúde e Planejamento para explicar as mudanças.


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