Eu tenho todo o direito…

Publicado em 30 março 2017

imagesEntre as várias definições da palavra “direito” no dicionário tem uma que diz: Direito é a “Faculdade legal de praticar ou deixar de praticar um ato.” E para explicar melhor “Faculdade” significa: “Liberdade de agir; permissão, consentimento, licença”.
A partir dessas definições de Direito quero lhe dizer, que muitas vezes nós estaremos em situação onde teremos todo o direito de fazer, decidir, impor algo ou alguma coisa sobre uma pessoa, e isso poderá mudar a vida dela, para o bem ou para o mal.
Esse direito que é nosso, que merecemos em certo momento nos da uma condição de juiz, por isso, que temos que fazer como Jesus sempre nos ensinou colocar o amor acima do direito.
Em uma das passagens da Bíblia, mais faladas, uma mulher é pega em adultério, e é trazida por uma multidão enfurecida (porque adultério naquela época era um crime gravíssimo) lançaram-na aos pés do Mestre e colocaram sobre Ele o julgo de decidir sobre a vida dela (e a pena naquela época para crime de adultério era a morte por apedrejamento) João 8.3-11.
Dentro dessa situação em que se tem total direito, e mais, com as leis a seu favor. O que nós faríamos?
Quantas vezes nos encontramos em situações em que temos total direito de decidir sobre a vida de uma pessoa, alguém que errou, fez algo merecedor mesmo do maior castigo possível. E o que temos feito, temos decretado sobre ela a pena máxima. Porque somos implacáveis, não permitimos o erro quando isso acontece!?
Se você pensar bem, essas coisas estão sempre acontecendo na nossa vida, estamos sempre condenando nossos filhos, nossos cônjuges (esposo e esposa) nossos amigos, colegas de trabalho, o vendedor da loja que de vez em quando nos atende mal. Não permitimos que ninguém erre e a nossa decisão é sempre pela condenação, e ponto final.
Mas voltando a história da mulher adúltera, o Senhor Jesus não fez o que nós sempre fazemos. Ele na sua grande lição que veio deixar para mundo abriu mão do direito, e aplicou o amor. E decidiu pelo perdão, absolvição.
“E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.
Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. (João 8. 7-9)
Mas nós temos que aprender uma outra coisa, Jesus não condenou aquela mulher, mas Ele a advertiu porque o erro não pode ficar encoberto, ela era uma pecadora e se continuasse dessa forma iria para o inferno, e ninguém poderia ajudá-la, e para que isso não acontecesse mais, Ele chamou a atenção dela:
E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. (João 8.10-11)A Simplicidade do Mestre II
Pr. Marcone Lazaro


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *



Sugestão de Leitura
Enquete

Deus pode usar a doença para provar uma pessoa?

Ver Resultados

Carregando ... Carregando ...
Lista de Links
Copyright 2007-2012, Jota7.com - Todos os direitos reservados.