Fio de Esperança Prefeitura apoia projeto do Ministério Público de Contas sobre cidadania

Publicado em 24 novembro 2016

Uma parceria entre o Ministério Público de Contas de Roraima (MPC) e a Prefeitura de Boa Vista pretende trazer aos alunos da rede municipal de ensino noções básicas de cidadania e combate a corrupção. O apoio foi oficializado nesta quarta-feira, 23, em solenidade na Escola Municipal Carlos Raimundo Rodrigues, no Tancredo Neves, primeira unidade a receber o projeto Fio de Esperança, de autoria do Ministério.

O projeto tem por finalidade auxiliar na formação de uma nova geração com cidadão mais crítico e atuante, capaz de modificar a realidade futura, bem como despertar na criança da rede regular de ensino o interesse por discutir assuntos como: combate à corrupção, preservação do bem e do erário como dever do cidadão.

Para a prefeita Teresa Surita, o momento é propício para abordar estas questões nas escolas, principalmente pela situação de instabilidade política e crises financeiras que o Brasil passa. “É muito importante ter noção desses valores desde cedo. Essa é uma grande parceria, formando cidadãos de bem e discutindo esse assunto desde cedo com as nossas crianças. Nessa parceria, a prefeitura vai entrar com as escolas e com todo o apoio necessário para que o projeto chegue ao maior número de alunos possível”, frisou.

A dinâmica será feita por meio de peça teatral com o tema “Prestando Contas” encenada por servidores do Ministério. De forma lúdica, eles transmitem por meio de apresentações determinados conceitos sobre o que é a corrupção, como se controla, sobre os males que isso pode causar para a sociedade, como preservar o bem e o dinheiro público e como ser um cidadão honesto.

Uma semana após as apresentações nas escolas, os alunos participarão de atividade extraclasse, visitando a sede do MPC para conhecerem as atividades da instituição. Segundo o procurador Paulo Sousa, o órgão fiscalizador também tem a responsabilidade social, por isso a criação deste projeto voltado para o público infantil (faixa etária de 0 a 10 anos).

“O projeto nasceu com a ideia de formar cidadãos mais responsáveis e conscientes para sociedade. Queremos começar nessa fase para despertar nas crianças as ideias de conscientização ligadas à formação ético-moral. Entendemos que, a partir de uma base sólida, a criança possa desenvolver e ter uma responsabilidade maior quando adulta”, enfatizou o procurador.

A criançada da Escola Carlos Raimundo Rodrigues amou a atividade e a alegria tomou conta da quadra de esportes da escola com as palhaçadas do professor Batata e do palhaço Timtim. “Acredito que esse projeto será muito bom, tanto para as escolas quanto para a sociedade. Porque é nessa idade que as crianças estão formando a sua personalidade, seus valores. Muitas vezes eles ouvem a todo momento sobre corrupção, mas elas não têm a consciência do que é exatamente isso. E esse projeto traz o assunto na linguagem que eles entendem”, disse a gestora da escola, Marina Madureira.

Marina citou ainda um exemplo de cidadania trabalhada regularmente com as crianças no ambiente escolar. “Nos pequenos gestos como não furar uma fila na hora do lanche você está ensinando ela a não ser corrupta. Começando nessa idade, talvez tenhamos adultos melhores que possam respeitar mais a cidadania, o próximo e diminua a corrupção no país”, finalizou.


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