Um Rei bem diferente…

Publicado em 24 janeiro 2014

Era uma vez… um rei que era bem diferente de todos os outros. Ele não tinha coroa, nem súditos, muitos menos castelo, e entre as poucas leis que seu reinado tinha duas eram as mais importantes; amar a Deus com todas as forças e amar ao próximo. Esse rei por não ter castelo dormia em qualquer lugar: “As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” MT 8.20. Ele mesmo sendo um rei, não era servido, aliás, ele era quem servia as pessoas: “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servi” Mt 20.28. Para esse rei os mais importantes não eram os nobres, os ricos, e sim, os menos favorecidos: “E, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus.” Esse rei, diferente dos outros, comia com qualquer tipo de pessoas, visitava a casa de qualquer um que o aceitava e isso deixava muita gente com raiva, mas ele não estava nem aí: “E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores?” Mc 6.16. Enquanto reis guerreavam, lutavam para aumentar suas terras, seus domínios. Ele não se importava, por que o reino dele não era desse mundo: “Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo” Jo 18.36. Enquanto para todos os outros reinos quem pagava mais impostos era mais bem vindo, para esse rei, não importava o valor, e sim a intenção do coração: “Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.” Mc 12.42-44.
Mas essa forma de reinar, não era compreendido pela maioria das pessoas (e ainda não é) e essas pessoas começaram a achar que aquele rei podia ser muito perigoso, seus pensamento e mandamentos muito estranhos. E certa vez decidiram colocar um fim naquilo, decidiram fazer calar, apagar todas as suas leis. E para isso, deveriam destruir sua reputação, inventando mentiras sobre ele: “Ora, os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a morte;”. Mt. 26.59. E o rei que era bom não se defendeu, não abriu a boca. Ele foi condenado à morte, depois de ser trocado por um bandido, traído e abandonado pelos seus melhores amigos. Ele foi açoitado, humilhado, foi obrigado a carregar uma pesada Cruz pelas ruas da cidade. Sobre a sua cabeça as pessoas que não entendiam o seu reino, o coroarão com um coroa de espinho, sem saber eles que aquela coroa era a maior expressão do reino daquele rei: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.” Jo 15.13” Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós” I Jo 3.16. Aquele rei morreu pendurado em uma cruz, vitima dos nossos pecados e transgressões. Mas nem a morte pode conter o amor daquele rei, ele tinha uma missão, que além de dar a vida pela humanidade, ele deveria ressuscitar para que todos que nele crer não pereça,
mas tenham vida eterna. ”E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.” Jo 10.28


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